Ser mãe é ter um título de multitarefas sem direito a descanso. É ser costureira improvisada quando a fantasia da festa junina não chega a tempo, é virar professora de matemática mesmo sem lembrar direito das fórmulas, é ser organizadora de agendas, mestre na logística do lar e ainda dar conta do trabalho como se nada mais existisse.
Semana passada, por exemplo, foi a missão da fantasia de espantalho. E olha, não foi simples. Cada mãe ali, entre correria e criatividade, se virou pra fazer pulseiras e tornozeleiras, porque não tinha jeito de encontrar pronto a tempo, para ser usado por 15 minutos durante uma apresentação de dança. Mas isso é só um detalhe em meio ao turbilhão diário de tarefas que parecem se multiplicar.
A verdade é que ninguém dá conta de tudo, e quem diz o contrário provavelmente esqueceu de considerar as noites mal dormidas e os momentos de exaustão camuflados por um sorriso. A gente se esforça, se desdobra, e no final, olha pra trás e pensa: “De onde veio tanta força pra conseguir fazer tudo isso?”
No meio dessa correria, fica o lembrete: mães não são perfeitas, e nem precisam ser. O que a gente faz já é mais do que suficiente, mesmo quando parece impossível.
